
Sigo teus passos, feito asteca, sonhando A terra eterna e rica – tua pele Pele dos diários, onde leio a lua A maré suave que me enlaça nua Echarpe de brisa e aurora, corais gris Adeus soledade de pedra. Paloma triste Em voo riste, ao longe O deus-do-sol-do-meio-dia, colibri azul Da era atômica, é um sopro de luz e sons Sonhos delineados na tela fria O mundo sangra e transforma a garça Em íbis rubro. Leio um salmo antigo Acordo em manhãs violetas. Tenho por companhia Um pequeno vaso de violetas brancas Bárbara Lia O sal das rosas / Lumme Editor Comprei um vaso de violetas brancas, minha companhia. Vou seguir a trilha dos sites que publicaram minha poesia. Este poema está no site da Livraria Pagu. http://www.livrariapagu.com.br/poesia4.html |
