Saturday, October 14, 2006

Barco de Lia no rio de Cora





















BARCO DE LIA NO RIO DE CORA

No escuro escrevo como quem

adora
Teu olhar que o passado inteiro
descora.

Zero duplicado em infinito
ancora
- Istmo - o oceano dos medos
deflora,
Rasga em amor, imprime a tatuagem
canora.
Seres do Olimpo a ressuscitar
Pandora.
Amor - linha e linho - como Gil e
Flora.
Teu, meu corpo banhado em tesão na
aurora.
Teus, meus versos banhados no rio de
Cora.
Bárbara Lia

La nave va...

Entre a Ternura e a Vertigem o Amor encontra a sua casa. Ou, o Amor em dois tempos.

  Sou Poeta. As “antenas da raça” desabam antes que o raio penetre, pela extremada sensibilidade. Antecipam. Sou dos “antecipados”. Dos que ...