Tuesday, June 27, 2017

uma brasa acesa de amor e morte



link para o e-book do selo editorial gueto
"uma brasa acesa de amor e morte"

Alejandra! Alejandra! Alejandra!

Entonces llegaste tú en la nube de silencio. La novia del tiempo. La maga terrible que transforma los pequeños silencios en un silencio grande como el mundo. Alejandra Pizarnik

Monday, June 26, 2017

two poems

Ao terminar a leitura do livro "Amorte chama semhora" escrevi esta poesia abaixo. Uma Poesia do livro, a que é dedicada a Hilda Hilst e Diane di Prima e está ao lado das flores delicadas da Magnólia.
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Sunday, June 18, 2017

Um poema para Maya Angelou

Bringing the gifts that my ancestors gave, / I am the dream and the hope of the slave. / I rise / I rise / I rise. / (Maya Angelou)

Saturday, May 27, 2017

A Editora Patuá e o Patuscada - Livraria, Bar e Café convidam a todos para o lançamento do livro Amorte chama semhora, poemas de Jr Bellé O evento será realizado no dia 27 de maio (sábado) a partir das 19h no Patuscada - Livraria, Bar e Café - Rua Luís Murat, 40 - Vila Madalena - São Paulo - SP A entrada para o evento é gratuita e o exemplar estará à venda por R$ 38,00 (pagamentos em dinheiro e cartões de débito e crédito). Amigos e leitores de qualquer cidade do país que realizarem a compra antes do lançamento receberão o exemplar autografado após o evento. Imperdível! Entrada gratuita Link para compra: http://editorapatua.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=255 Autor dos livros de poemas Amorte chama semhora ((Patuá, 2017) e Trato de Levante (Patuá, 2015), Jr Bellé nasceu em Francisco Beltrão, sudoeste do Paraná. Viveu em Curitiba, graduou-se em Jornalismo na UEPG e há quase seis anos habita São Paulo. Vive de escrever histórias e estórias.
Minha leitura poética de "Trato de Levante": http://chaparaasborboletas.blogspot.com.br/2016/11/de-amor-e-revolucao-poesia-libertaria-e.html

Monday, May 22, 2017

Brasil de Fato - Perfil, por Carolina Goetten

Na edição n° 38 do jornal Brasil de Fato um perfil desta poeta, traçado pela Jornalista Carolina Goetten. Para ler a matéria basta clicar no link abaixo da imagem.
https://www.brasildefato.com.br/2017/05/22/barbara-lia-ainda-le-faz-poesia-e-cobra-atitudes-das-mulheres/

Tuesday, May 16, 2017

As filhas de Manuela + Forasteira

As filhas de Manuela - Bárbara Lia / Romance / Edição Triunfal - Gráfica e Editora / 150 páginas / Capa - fotografia de Felix Nadar /
Forasteira / Poesia / 80 páginas / Vidráguas (2016) / Prefácio do poeta Fernando Koproski dois poemas de Forasteira
*** Quem desejar os dois livros, ou um deles, enviar e-mail para barbaralia@gmail.com

Saturday, May 13, 2017

O itinerário das filhas de Manuela

Nem esperava uma chuva de belezas quando iniciei o itinerário de lançamentos de "as filhas de Manuela ". Encharcada até os ossos de palavras e momentos, uma usina de energia dentro de mim. Que bom que foi assim... Iniciei o ciclo de três lançamentos na Feira do Poeta de Curitiba no domingo de Páscoa, uma escolha estranha. Feriado prolongado. Eu tenho estes rompantes poéticos e quis lançar o livro no primeiro local de Curitiba que visitei para saber sobre poetas, século passado, varal de poesia, um tempo de delicadezas que não esqueci. Grata aos que lá compareceram. A ida ao local onde vivi a infância foi o momento poético e sublime, com direito a homenagem, instalação na sede da Casa da Cultura e reencontros, encerrei em Sampa, por este livro ser uma iniciativa a quatro mãos: eu, minha irmã Fátima, e os sobrinhos Juliano e Juliana, de onde veio o suporte técnico e o livro foi impresso na gráfica/editora da família do Juliano em Assis (SP) - Triunfal - Gráfica e Editora. Lancei em Sampa onde vive minha irmã e encerro assim esta pequena jornada. Muita Poesia em cada fala, muitas trocas, é o momento que vale toda a espera, os dias de escrever a sós, os dias de sair em busca de edição e tudo o mais se completa na fala dos que leem o livro. Escrever é algo que só se completa com última palavra: a do leitor. "As filhas de Manuela" está no mundo, com todo mistério e coragem que é coisa natural nas mulheres.
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Saturday, May 06, 2017

As filhas de Manuela

Quem mora em Sampa pode adquirir meu romance "As filhas de Manuela" na Patuscada - Livraria & Café. Rua Luis Murat, 40 Vila Madalena São Paulo (SP) (11) 98158-3270 ---- Para quem vive em outros estados entrar em contato com barbaralia@gmail.com no caso de desejar adquirir o livro.

Saturday, April 29, 2017

Sampa!


Lançamento 
As filhas de Manuela
Bárbara Lia
dia 04/05/2017
19:00 - 23:00 

Patuscada- Livraria & Café
Rua Luis Murat, 40 - Vila Madalena 
São Paulo (SP)




Monday, April 24, 2017

COLEÇÃO FICÇÕES AVULSAS e CANGURU – REVISTA DE LITERATURA E ARTE



COLEÇÃO FICÇÕES AVULSAS

A coleção ficções avulsas se propõe a reunir experiências de escrita do mundo contemporâneo. O gesto será o de colecionar em livro ou publicação de artista, escritas que fazem uso da palavra e/ou da imagem, cujas elaborações são disruptivas, muitas vezes parecendo não pertencer ao campo literário, por ser arte, nem no da arte, por ser literário. O nome da coleção foi trazido de um poema em prosa do livro crostácea (Medusa, 2011), da poeta e artista visual Joana Corona, pois muito nos diz para o sentido desta coleção.

A coleção inicia-se com os livros Chave do verso, de Ades Nascimento, Giramundo, de Caroline Lemes, Maresia, misericórdia, de Gabriele Gomes, Detritos e destroços, de Rafael Walter e Poesia incompleta, de Roosevelt Rocha.


CANGURU – REVISTA DE LITERATURA E ARTE

A Canguru é uma revista de literatura e arte, editada por Eliana Borges e Ricardo Corona, em diálogo com o conselho editorial formado por Douglas Diegues, Laura Erber, Debora Santiago, Reuben da Rocha, Júnior Pimenta, Alexandre Nodari, Henrique Saidel e Juliana Crispe.
A equipe da Canguru tem o objetivo de trabalhar com literatura e arte, a partir de assuntos propostos em cada número, procurando sugerir/estimular os colaboradores da edição. Não se trata de um tema, mas de um assunto que poderá ser desdobrado pelos colaboradores do modo como desejarem. A canguru publicará narrativas, poemas, imagens, ensaios, entrevistas. A cada edição será encartado em sua capa um múltiplo de artista.

A proposta que fizemos para esse primeiro número está relacionada com a “comunidade”. Há muitos textos sobre a “comunidade” na filosofia contemporânea, mas a nossa principal referência é a comunità pensada por Giorgio Agamben. Em A comunidade que vem (Autêntica, 2013 – Trad. Cláudio Oliveira), a comunidade está como algo sempre por vir e que se potencializa justamente porque está sempre chegando. Nos é singular a escolha do filósofo em pensar o assunto “comunidade” com uma série de conceitos, que são inventariados por ele para nos dizer de sua inoperância e, por isso, da sua resistência.

Colaboram nesta primeira edição: Adolfo Montejo Navas (poesia visual), Ana Pato (texto crítico), Antônio Risério (ensaio), Clarissa Comin (narrativa), Cleverson Oliveira (artes visuais), Coletivo S.T.A.R. (artes visuais), Diego Dourado (poesia visual), Fábio Gullo (poesia), Gabriela Noujaim (artes visuais), Gabriele Gomes (poesia e fotografia), Ícaro Lira (artes visuais), Janete Anderman (artes visuais), Jozé Roberto da Silva (artes visuais), Lidia Sanae Ueta (artes visuais), Natalia Barros (poesia), Regina Costacurta (artes visuais), Vanessa C. Rodrigues (narrativa).

A Canguru é uma publicação da Editora Medusa facebook.com/EditoraMedusa
Caixa postal 5013 - CEP 80061-981
Curitiba - PR - Brasil


A Canguru terá distribuição nacional em livrarias em parceria com a Editora Iluminuras Ltda www.iluminuras.com.br

O projeto editorial da Canguru tem apoio da COPEL através de projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura|PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura|Governo do Estado do Paraná.

REVISTA INCOMUNIDADE, Edição 55 - Porto (Portugal)


INCOMUNIDADE traz editorial de Henrique Prior, artigo sobre a obra da pintora portuguesa, MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA [ ilustração de capa], por Henrique Dória. A poesia de Antonio Barreto, de Bárbara Lia. Carlos Barbarito, Carlos Matos Gomes, Cecília Barreira. O artigo de Denise Bottmann sobre o plágio de tradução no Brasil. Eliana Mora. O artigo de Filomena Barata. Gladys Mendía, Isabel Rama, Jesus Bajo, Joaquim Maria Botelho, Jose Gil / Barbara Pollastri. A crônica de Luís Giffoni. Fragmento de DesMemórias, volume 2, de Marcia Denser. A poesia de Maria Toscano. Marinho Lopes, Mell Renault. Mais uma leitura de Moacir Armando Xavier. O artigo de Moises Cardenas sobre a poesia venezuelana. A poesia de Ney Ferraz Paiva e Noélia Ribeiro. O olhar de Caio Junqueira Maciel para a exposição de Wellington Dias [Diaswel Dias] em Portugal / Myrian Naves / Wellington Dias. A crônica de Ricardo Ramos Filho. A poesia de Romério Rômulo, de Ronald Augusto e de Ronald Claver. Rosa Sampaio Torres. Uma pensata zen-boêmia de Silas Correa Leite.

link para esta edição:




Thursday, April 20, 2017

Lançamento do romance "As Filhas de Manuela" em Peabiru

Dia 18 de abril na Casa da Cultura de Peabiru.
O lançamento do meu romance "As Filhas de Manuela" foi um dos momentos mais líricos da minha vida. O Secretário de Cultura Arléto Rocha, Historiador e Poeta preparou uma surpresa poética que fez com que eu tirasse estas fotos que, pelo impacto do momento e pela emoção, algumas ficaram tremidas. Vale pela memória da beleza que é encontrar no lugar onde você sonhou pela primeira vez em ser Escritora, receber tão bela homenagem. 
Arléto montou uma instalação com os artefatos usados no tempo em que eu era menina. Fiz 61 anos em 2016, aos seis anos, início da década de 60 do século XX eu me mudei para Peabiru. Era tempo de poucas casas com luz elétrica, algumas ainda não tinham. Ao menos ali naquela cidade pequena. Televisão começou a aparecer em raríssimas casas e a vida era rústica (e bela). O ferro que a mãe usava o chuveiro de lata e o rádio à pilha. A máquina escrever do pai. Arléto colocou ao lado do título do livro - A Literatura em seu sabor natural. 
A noite foi bela, e seguiu com uma conversa/entrevista relâmpago - que ele fez comigo. Muito especial a homenagem e as flores que recebi da vice-prefeita Maria José como representante da Prefeitura Municipal. Lançar  um romance foi significativo, pois era meu desejo de menina. A Poesia me roubou pra ela, vivemos neste ménage à trois... Eu, a prosa, a poesia, mas era dia da menina publicar uma história. Fica esta memória intocada e rara. 

Instalação com artefatos do tempo em que vivi em Peabiru - no tempo em que eu servia Chá para as Borboletas - Lançamento do livro "As Filhas de Manuela - Organizado pelo Poeta e Historiador Arléto Rocha








eu e minhas irmãs: Terezinha Pepinelli e Léa Aparecida Soares Ferreira

Com minha amiga Toninha Melo

 Roberta Santos (a moça que ama "Constelação de Ossos"




Minha prima Gláucia Patrícia Soares 

 Sueli Rigonato

Maria Isabel Trivilin (Cronista no blog Minha Janela)
e o poeta Cícero Souza


Meus sobrinho Lincoln, a priminha Isadora, os primos Gláucia, Jeane, Agamenon,
minhas manas Terezinha e Léa e meu cunhado José Elber Ferreira


 A vice-prefeita Maria José e Arléto Rocha

Washington Luiz e Arléto Rocha


Gilson Mendes de Góis, Giselta Veiga e Arléto Rocha


                                                                   Maria Isabel Trivilin 




   No jornal Tribuna do Interior de Campo Mourão: