Saturday, May 27, 2017
A Editora Patuá e o Patuscada - Livraria, Bar e Café convidam a todos para o lançamento do livro Amorte chama semhora, poemas de Jr Bellé
O evento será realizado no dia 27 de maio (sábado) a partir das 19h no Patuscada - Livraria, Bar e Café - Rua Luís Murat, 40 - Vila Madalena - São Paulo - SP
A entrada para o evento é gratuita e o exemplar estará à venda por R$ 38,00 (pagamentos em dinheiro e cartões de débito e crédito).
Amigos e leitores de qualquer cidade do país que realizarem a compra antes do lançamento receberão o exemplar autografado após o evento. Imperdível!
Entrada gratuita
Link para compra: http://editorapatua.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=255
Autor dos livros de poemas Amorte chama semhora ((Patuá, 2017) e Trato de Levante (Patuá, 2015), Jr Bellé nasceu em Francisco Beltrão, sudoeste do Paraná. Viveu em Curitiba, graduou-se em Jornalismo na UEPG e há quase seis anos habita São Paulo. Vive de escrever histórias e estórias.
Minha leitura poética de "Trato de Levante":
http://chaparaasborboletas.blogspot.com.br/2016/11/de-amor-e-revolucao-poesia-libertaria-e.html
Monday, May 22, 2017
Brasil de Fato - Perfil, por Carolina Goetten
Na edição n° 38 do jornal Brasil de Fato um perfil desta poeta, traçado pela Jornalista Carolina Goetten.
Para ler a matéria basta clicar no link abaixo da imagem.
https://www.brasildefato.com.br/2017/05/22/barbara-lia-ainda-le-faz-poesia-e-cobra-atitudes-das-mulheres/
Tuesday, May 16, 2017
As filhas de Manuela + Forasteira
As filhas de Manuela - Bárbara Lia
/
Romance
/
Edição Triunfal - Gráfica e Editora
/
150 páginas
/
Capa - fotografia de Felix Nadar
/
Forasteira
/
Poesia
/
80 páginas
/
Vidráguas (2016)
/
Prefácio do poeta Fernando Koproski
dois poemas de Forasteira
***
Quem desejar os dois livros, ou um deles, enviar e-mail para barbaralia@gmail.com
Saturday, May 13, 2017
O itinerário das filhas de Manuela
Nem esperava uma chuva de belezas quando iniciei o itinerário de lançamentos de "as filhas de Manuela ".
Encharcada até os ossos de palavras e momentos, uma usina de energia dentro de mim.
Que bom que foi assim...
Iniciei o ciclo de três lançamentos na Feira do Poeta de Curitiba no domingo de Páscoa, uma escolha estranha.
Feriado prolongado. Eu tenho estes rompantes poéticos e quis lançar o livro no primeiro local de Curitiba que
visitei para saber sobre poetas, século passado, varal de poesia, um tempo de delicadezas que não esqueci.
Grata aos que lá compareceram. A ida ao local onde vivi a infância foi o momento poético e sublime, com direito
a homenagem, instalação na sede da Casa da Cultura e reencontros, encerrei em Sampa, por este livro ser uma
iniciativa a quatro mãos: eu, minha irmã Fátima, e os sobrinhos Juliano e Juliana, de onde veio o suporte técnico
e o livro foi impresso na gráfica/editora da família do Juliano em Assis (SP) - Triunfal - Gráfica e Editora.
Lancei em Sampa onde vive minha irmã e encerro assim esta pequena jornada. Muita Poesia em cada fala, muitas
trocas, é o momento que vale toda a espera, os dias de escrever a sós, os dias de sair em busca de edição e
tudo o mais se completa na fala dos que leem o livro. Escrever é algo que só se completa com última palavra:
a do leitor.
"As filhas de Manuela" está no mundo, com todo mistério e coragem que é coisa natural nas mulheres.
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Saturday, May 06, 2017
As filhas de Manuela
Quem mora em Sampa pode adquirir meu romance "As filhas de Manuela" na
Patuscada - Livraria & Café.
Rua Luis Murat, 40
Vila Madalena
São Paulo (SP)
(11) 98158-3270
----
Para quem vive em outros estados entrar em contato com barbaralia@gmail.com no caso de desejar adquirir o livro.
Saturday, April 29, 2017
Sampa!
Lançamento
As filhas de Manuela
Bárbara Lia
dia 04/05/2017
19:00 - 23:00
Patuscada- Livraria & Café
Rua Luis Murat, 40 - Vila Madalena
São Paulo (SP)
Monday, April 24, 2017
COLEÇÃO FICÇÕES AVULSAS e CANGURU – REVISTA DE LITERATURA E ARTE
COLEÇÃO
FICÇÕES AVULSAS
A coleção
ficções avulsas se propõe a reunir experiências de escrita do mundo
contemporâneo. O gesto será o de colecionar em livro ou publicação de artista,
escritas que fazem uso da palavra e/ou da imagem, cujas elaborações são disruptivas,
muitas vezes parecendo não pertencer ao campo literário, por ser arte, nem no
da arte, por ser literário. O nome da coleção foi trazido de um poema em prosa
do livro crostácea (Medusa, 2011), da poeta e artista visual Joana Corona, pois
muito nos diz para o sentido desta coleção.
A coleção
inicia-se com os livros Chave do verso,
de Ades Nascimento, Giramundo, de
Caroline Lemes, Maresia, misericórdia,
de Gabriele Gomes, Detritos e destroços,
de Rafael Walter e Poesia incompleta,
de Roosevelt Rocha.
A
Canguru é uma revista de
literatura e arte, editada por Eliana Borges e Ricardo Corona, em diálogo com o
conselho editorial formado por Douglas Diegues, Laura Erber, Debora Santiago,
Reuben da Rocha, Júnior Pimenta, Alexandre Nodari, Henrique Saidel e Juliana
Crispe.
A equipe da Canguru tem o objetivo de trabalhar
com literatura e arte, a partir de assuntos propostos em cada número, procurando
sugerir/estimular os colaboradores da edição. Não se trata de um tema, mas de
um assunto que poderá ser desdobrado pelos colaboradores do modo como
desejarem. A canguru publicará
narrativas, poemas, imagens, ensaios, entrevistas. A cada edição será encartado
em sua capa um múltiplo de artista.
A proposta que fizemos para
esse primeiro número está relacionada com a “comunidade”. Há muitos textos
sobre a “comunidade” na filosofia contemporânea, mas a nossa principal
referência é a comunità pensada por Giorgio Agamben. Em A
comunidade que vem (Autêntica, 2013 – Trad. Cláudio Oliveira), a comunidade
está como algo sempre por vir e que se potencializa justamente porque está
sempre chegando. Nos é singular a escolha do filósofo em pensar o assunto
“comunidade” com uma série de conceitos, que são inventariados por ele para nos
dizer de sua inoperância e, por isso, da sua resistência.
Colaboram nesta primeira
edição: Adolfo Montejo Navas (poesia visual), Ana Pato
(texto crítico), Antônio Risério (ensaio), Clarissa Comin (narrativa), Cleverson
Oliveira (artes visuais), Coletivo
S.T.A.R. (artes visuais), Diego Dourado (poesia
visual), Fábio Gullo (poesia), Gabriela Noujaim (artes visuais), Gabriele Gomes (poesia e fotografia), Ícaro Lira (artes visuais), Janete Anderman (artes
visuais), Jozé Roberto da Silva (artes visuais),
Lidia Sanae Ueta (artes visuais), Natalia
Barros (poesia),
Regina Costacurta (artes visuais), Vanessa C. Rodrigues (narrativa).
A Canguru é uma publicação da Editora Medusa facebook.com/EditoraMedusa
Caixa postal 5013 - CEP 80061-981
Curitiba - PR - Brasil
Caixa postal 5013 - CEP 80061-981
Curitiba - PR - Brasil
A Canguru terá distribuição nacional em
livrarias em parceria com a Editora Iluminuras Ltda www.iluminuras.com.br
O projeto editorial da Canguru tem apoio da COPEL através de projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura|PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura|Governo do Estado do Paraná.
O projeto editorial da Canguru tem apoio da COPEL através de projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura|PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura|Governo do Estado do Paraná.
REVISTA INCOMUNIDADE, Edição 55 - Porto (Portugal)
INCOMUNIDADE traz editorial de Henrique Prior, artigo sobre a obra da pintora portuguesa, MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA [ ilustração de capa], por Henrique Dória. A poesia de Antonio Barreto, de Bárbara Lia. Carlos Barbarito, Carlos Matos Gomes, Cecília Barreira. O artigo de Denise Bottmann sobre o plágio de tradução no Brasil. Eliana Mora. O artigo de Filomena Barata. Gladys Mendía, Isabel Rama, Jesus Bajo, Joaquim Maria Botelho, Jose Gil / Barbara Pollastri. A crônica de Luís Giffoni. Fragmento de DesMemórias, volume 2, de Marcia Denser. A poesia de Maria Toscano. Marinho Lopes, Mell Renault. Mais uma leitura de Moacir Armando Xavier. O artigo de Moises Cardenas sobre a poesia venezuelana. A poesia de Ney Ferraz Paiva e Noélia Ribeiro. O olhar de Caio Junqueira Maciel para a exposição de Wellington Dias [Diaswel Dias] em Portugal / Myrian Naves / Wellington Dias. A crônica de Ricardo Ramos Filho. A poesia de Romério Rômulo, de Ronald Augusto e de Ronald Claver. Rosa Sampaio Torres. Uma pensata zen-boêmia de Silas Correa Leite.
link para esta edição:
Saturday, April 22, 2017
Thursday, April 20, 2017
Lançamento do romance "As Filhas de Manuela" em Peabiru
Dia 18 de abril na Casa da Cultura de Peabiru.
O lançamento do meu romance "As Filhas de Manuela" foi um dos momentos mais líricos da minha vida. O Secretário de Cultura Arléto Rocha, Historiador e Poeta preparou uma surpresa poética que fez com que eu tirasse estas fotos que, pelo impacto do momento e pela emoção, algumas ficaram tremidas. Vale pela memória da beleza que é encontrar no lugar onde você sonhou pela primeira vez em ser Escritora, receber tão bela homenagem.
Arléto montou uma instalação com os artefatos usados no tempo em que eu era menina. Fiz 61 anos em 2016, aos seis anos, início da década de 60 do século XX eu me mudei para Peabiru. Era tempo de poucas casas com luz elétrica, algumas ainda não tinham. Ao menos ali naquela cidade pequena. Televisão começou a aparecer em raríssimas casas e a vida era rústica (e bela). O ferro que a mãe usava o chuveiro de lata e o rádio à pilha. A máquina escrever do pai. Arléto colocou ao lado do título do livro - A Literatura em seu sabor natural.
A noite foi bela, e seguiu com uma conversa/entrevista relâmpago - que ele fez comigo. Muito especial a homenagem e as flores que recebi da vice-prefeita Maria José como representante da Prefeitura Municipal. Lançar um romance foi significativo, pois era meu desejo de menina. A Poesia me roubou pra ela, vivemos nesse ménage à trois... Eu, a prosa, a poesia, mas era dia da menina publicar uma história. Fica esta memória intocada e rara.
Instalação com artefatos do tempo em que vivi em Peabiru - no tempo em que eu servia Chá para as Borboletas - Lançamento do livro "As Filhas de Manuela - Organizado pelo Poeta e Historiador Arléto Rocha
eu e minhas irmãs: Terezinha Pepinelli e Léa Aparecida Soares Ferreira
Com minha amiga Toninha Melo
Roberta Santos (a moça que ama "Constelação de Ossos"
Minha prima Gláucia Patrícia Soares
Sueli Rigonato
Maria Isabel Trivilin (Cronista no blog Minha Janela)
e o poeta Cícero Souza
Meus sobrinho Lincoln, a priminha Isadora, os primos Gláucia, Jeane, Agamenon,
minhas manas Terezinha e Léa e meu cunhado José Elber Ferreira
A vice-prefeita Maria José e Arléto Rocha
Washington Luiz e Arléto Rocha
Gilson Mendes de Góis, Giselta Veiga e Arléto Rocha
Maria Isabel Trivilin
No jornal Tribuna do Interior de Campo Mourão:
Sunday, April 16, 2017
As Filhas de Manuela - 18/04 - Peabiru
18/04 - 19:30 - 22:00
Prefeitura de Peabiru
Avenida Doutor Didio Boscardin Bello
Lançamento - As Filhas de Manuela
Bárbara Lia
Romance
Texto do convite:
- clock
A Escritora Bárbara Lia fará o Lançamento do livro "As Filhas de Manuela", obra esta premiada pela Fundação Eça de Queiroz em Portugal. Morando em Curitiba, Bárbara Lia passou sua infância em Peabiru-PR e hoje é um dos grandes nomes da Literatura Brasileira.
As Filhas de Manuela trafega pelo realismo mágico. É um romance de fôlego, inicia em 1839 em plena Guerra dos Farrapos e segue até os dias atuais. O enredo acompanha a vida de todas as descendentes de Manuela, uma garota simples de Paranaguá que, ao encontrar um oficial da Armada Nacional, muda totalmente de direção a sua vida pacata em uma busca e esta busca pelo homem amado a levará ao encontro de alguém cruel. Este homem, rejeitado por Manuela, amaldiçoará Manuela e as futuras gerações. Esta maldição acrescentará dor e perda e o adendo de levarem, todas as mulheres da estirpe de Manuela, uma sombra da cor do sangue.
Como cada mulher viveu esta peculiaridade e os desdobramentos deste encontro de Manuela com o amor e o ódio vai definir os passos futuros em um círculo de perdas e superações.
Vou lançar "As filhas de Manuela" na cidade onde sonhei - pela primeira vez - ser escritora. A cidade dos poemas da infância, onde eu servia chá às borboletas. Foi à sombra de um cinamomo onde um balanço rústico era espaço de sonho e voos. Foi ao embalo das folhas em uma qualquer tarde de primavera, eu teria doze anos talvez, talvez nem isto. Pensei com encanto nos livros que lia, na melodiosa poesia que ouvia pela casa, nos enredos que me enfeitiçavam, naquele mistério que era alguém tomar o leitor pela mão e levar para lugares distantes e "mares nunca dantes navegados". É o momento em que se deseja com tanta verdade que o sonho fica flanando. Ainda que os anos passem e não exista nada além de uma memória a força do pensamento consolidou o hoje, e neste hoje a menina volta ao chão onde servia chá às borboletas para lançar um romance, de mulheres fortes, de essência fêmea, de coragem e sem rasgos de Poliana, ou lacinhos cor de rosa. A vida é dura, mais que pedra... Mas como é incrível e rara, e como guarda as coisas belas para o final, como um filme, como um filme...
A fotografia da sereia - escultura de José Moser é de Luiz Cesar. A sereia da varanda da casa do escultor era o encanto da nossa meninice. Eu amava perder o olhar naquele objeto de arte, quiçá o primeiro que vi na vida. Muitos anos depois um moço fotógrafo fez o registro da imagem quando foi fotografar o escultor Conrado Moser em Peabiru, José Moser não mais vivia. O fotógrafo deixou as fotografias quando se separou da mulher com quem se casou, que pelo ata e desata do destino era eu. Guardo esta imagem como a memória do tempo feliz. Guardo memórias, uma cidade, um encontro que durou dez anos e me fez mãe de três filhos, uma década de história do meu único casamento. A vida é este mistério este ata desata, este acende apaga, este junta e separa, e as estrelas guardam no silêncio o mapa das nossas vidas, e quiçá não saber o enredo seja o que torna a vida esta aventura maravilhosa.

A fotografia da sereia - escultura de José Moser é de Luiz Cesar. A sereia da varanda da casa do escultor era o encanto da nossa meninice. Eu amava perder o olhar naquele objeto de arte, quiçá o primeiro que vi na vida. Muitos anos depois um moço fotógrafo fez o registro da imagem quando foi fotografar o escultor Conrado Moser em Peabiru, José Moser não mais vivia. O fotógrafo deixou as fotografias quando se separou da mulher com quem se casou, que pelo ata e desata do destino era eu. Guardo esta imagem como a memória do tempo feliz. Guardo memórias, uma cidade, um encontro que durou dez anos e me fez mãe de três filhos, uma década de história do meu único casamento. A vida é este mistério este ata desata, este acende apaga, este junta e separa, e as estrelas guardam no silêncio o mapa das nossas vidas, e quiçá não saber o enredo seja o que torna a vida esta aventura maravilhosa.

Luiz Cesar (1961-2010)
Tuesday, April 11, 2017
como os gregos pelos mármores de Elgin...
Faça de Atena sua deusa e amor.
Péricles
Eu lutarei por ti
como os gregos
pelos mármores
de Elgin
Atena sorrirá
ao ver-me
depositar-te
com cuidado
no teu chão
ao ver-me
depositar-te
com cuidado
no teu chão
Eu dançarei
ao ver o centauro
no Parthenon
ao ver o centauro
no Parthenon
E as estrelas
- nossas camaradas -
erguerão um brinde
aos "loucos da imortal
loucura"*
- nossas camaradas -
erguerão um brinde
aos "loucos da imortal
loucura"*
Eu lutarei por ti
na primeira linha
da batalha
lágrimas escondidas
pela balaclava
na primeira linha
da batalha
lágrimas escondidas
pela balaclava
Sim! Eu lutarei por ti
como os gregos
pelos mármores
de Elgin
como os gregos
pelos mármores
de Elgin
Bárbara Lia
*verso de Cruz e Souza
Imagem: Museu Britânico
Monday, April 03, 2017
Convite - lançamento de "As Filhas de Manuela"
Dia 16, no primeiro espaço poético que frequentei aqui: Feira do Poeta.
As Filhas de Manuela
Bárbara Lia
150 páginas
Capa: Félix Nadar (1820-1910)
Triunfal Gráfica e Editora (SP)
As Filhas de Manuela trafega pelo realismo mágico. É um romance de fôlego, inicia em 1839 em plena Guerra dos Farrapos e segue até os dias atuais.
O enredo acompanha a vida de todas as descendentes de Manuela, uma garota simples de Paranaguá que, ao encontrar um oficial da Armada Nacional, muda totalmente de direção a sua vida pacata em uma busca e esta busca pelo homem amado a levará ao encontro de alguém cruel. Este homem, rejeitado por Manuela, amaldiçoará Manuela e as futuras gerações. Esta maldição acrescentará dor e perdas e o adendo de levarem, todas as mulheres da estirpe de Manuela, uma sombra da cor do sangue. Como cada mulher viveu esta peculiaridade e os desdobramentos deste encontro de Manuela com o amor e o ódio vai definir os passos futuros em um círculo de perdas e superações.
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