Entre os dias 25/02 e 01/03/2022 é possível baixar gratuitamente no site Amazon esta Antologia de 2018. Um encarte com poemas sobre o Verão.
Friday, February 25, 2022
Treze Mulheres e Um Verão - Antologia
Entre os dias 25/02 e 01/03/2022 é possível baixar gratuitamente no site Amazon esta Antologia de 2018. Um encarte com poemas sobre o Verão.
Wednesday, February 23, 2022
A memória da dor na constituição da identidade das mulheres no romance As filhas de Manuela de Bárbara Lia
Data poética 22.02.2022
Tarde poética.
Parabéns, Andriele Aparecida Heupa pela aprovação com louvor.
Emocionada e feliz.
Momento lindo na minha vida de escritora.
Que as mulheres sempre cantem Livres.
Thursday, February 03, 2022
#leiturasdomês
Tuesday, February 01, 2022
Friday, January 21, 2022
A Engenheira da Memória - Pedro Carrano
Monday, January 10, 2022
Andrew Garfiel interpreta Jonathan Larson em "Tick,Tick... Boom!"
Não sou muito fã de musicais, no entanto, o melhor filme que vi nos últimos meses é um musical: Tick, Tick... Boom!
Thursday, December 23, 2021
Friday, December 17, 2021
Soledad - Bárbara Lia
Friday, November 19, 2021
O Romance "Arrependimento" na Revista Trajanos
Texto de Bárbara Martins para a Revista Trajanos, clique no link abaixo para ler.
"Arrependimento" é um livro que tem como cenário Paranaguá, esta cidade sempre presente em minhas narrativas. É mistério até para mim, atualmente é Guaraqueçaba que se apresenta como um dos cenários de um romance que escrevo.
Gracias, Bárbara Martins. Amei suas palavras.
https://revistatrajanos.wixsite.com/trajanos/post/arrependimento-livro-de-b%C3%A1rbara-lia
Saturday, November 06, 2021
Adeus Karuguá - Bárbara Lia
Ampulheta colocada no hall de
entrada do Expotrade Convention Center
pelos integrantes do Programa do GreenPeace (Kids for Forest). Dentro, os
animais se transformando em dinheiro e o pedido para que virassem a ampulheta
ao contrário.
A
MOP3 começou com uma recepção no Memorial de Curitiba – Largo da Ordem. Três
semanas depois, as delegações, ONG’s, jornalistas, Ministros de Estado e até
mesmo o Presidente da República deram sua contribuição para colorir Curitiba
das cores da Terra e da Esperança. Na manhã deste sábado (1º de
abril) aconteceu a última reunião. O futuro da Terra, em sua essência
mais complexa, foi discutido e dissecado. Ao final, ao que parece, tudo segue sem merecer
o devido cuidado e a primordial atenção. Por mais que os integrantes da
Convenção, na figura do seu secretário Ahmed Djoglaf faça uma avaliação
positiva, ressaltando que houve um grande entendimento e muita sintonia entre
os Ministros de Estado presentes, não há muito a comemorar. Ahmed enfatizou a
presença de quatrocentos jornalistas, ainda assim, ao menos para esta
observadora, o momento merecia muito mais atenção da grande mídia, da
população, que se escora em divagações quando questionada sobre o tema. Ouvi de
uma pessoa: até lá já morri. Ouvi isto quando comentei sobre a conclusão dos
mil e trezentos cientistas que responderam ao pedido da ONU e fizeram um
relatório sobre a saúde do planeta. Eles colocaram a possibilidade de dentro de
trinta anos o planeta entrar em convulsão, caso nada seja feito a respeito da
questão do meio ambiente. Então, quando alguém te responde com esta lacônica
previsão "Até lá eu já morri", percebe-se a dificuldade que irão encontrar
governos, ONGs, ambientalistas e qualquer um que pense o futuro das espécies e
a saúde da Terra: a inércia.
Durante alguns dias este ônibus
decorado com borboletas nos levava ao MOP/COP – A biodiversidade está na gente
– escrito em dois idiomas.
Na primeira semana o tema girava em torno de duas sentenças: “contém”,
e “pode conter” os chamados transgênicos, ou organismos vivos modificados. O debate sobre os alimentos transgênicos foi longo. A
máquina que usei para fotografar estava com a data errada, quiçá em 2.023
borboletas reais circundem os ônibus e comemorem outra mentalidade. A questão
da MOP3 levou o Governador Roberto Requião a dizer em um dos seus
pronunciamentos “O eufemismo falso do – pode conter- se transportado para um
programa de governo, por exemplo, comportaria a dedução de que o programa de
governo pudesse ser rotulado como - pode conter interesses contra a Ecologia”.
Do
lado de fora da Expotrade, em tendas
brancas, acontecia paralelamente o Fórum Global da Sociedade Civil, que teve a
participação da Ministra Marina Silva e do Governador Requião na abertura do Fórum. O evento reuniu ONGs, Nações Indígenas e
integrantes da Via Campesina.
A
MOP3 teve avanços na negociação da rotulação definitiva do termo “contém”,
muito embora esta prática só entre em vigor em 2.012. Segundo Marina Silva “O
protocolo de Cartagena é cumulativo e o que fizemos aqui foi colocar o “contém”
na ordem do dia, nos países que são parte do Protocolo”.
Ao
final da MOP o Governador do Paraná – Roberto Requião – tomou à frente e
assinou um decreto onde, a partir de agora, os produtos paranaenses vão receber
o selo “contém OVM’s - Organismos vivos modificados”, atitude elogiada pela Ministra e por vários integrantes
do evento.
Finda
a MOP3, a Convenção da Biodiversidade teve início com a chegada à Curitiba de
várias etnias, fazendo do Centro de Convenção um lugar onde desfilavam os trajes
típicos de várias nações e os povos indígenas de sessenta países presentes. No
pátio realizavam cerimônias, diante das ocas montadas, atraindo os visitantes.
Cavalhadas
Em
três noites, durante a COP8, aconteceu uma encenação com mais de mil
integrantes, do grupo – Ordem dos Cavalheiros – da cidade de Guarapuava (PR),
interpretando o espetáculo conhecido como “Cavalhadas”, reproduzindo lutas da
Idade Média.
Durante
a COP8 a taxa de ocupação hoteleira em Curitiba alcançou a taxa de 70%, contra
30% no mês período no ano de 2.005.
Dentro,
as negociações giravam em torno de temas importantes como a questão da
repartição de benefícios e acesso a recursos tradicionais, e a utilização ou
não das Terminators.
O Fórum Internacional Indígena sobre Biodiversidade (FIIB) fez críticas aos resultados no último dia do evento - a 8ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP8). Segundo os participantes do Fórum “não avançou na construção de um regulamento internacional para o acesso a recursos genéticos e conhecimentos tradicionais”. Os indígenas esperavam a criação de um sistema de regras mundiais para as pesquisas com plantas e animais, que, segundo eles, se apropriam do saber dos indígenas, quilombolas e extrativistas. Fóruns indígenas anteriores e também a Declaração Internacional de Cancún dos Povos Indígenas, já demonstrava a preocupação dos povos indígenas com esta questão da distribuição de benefícios. Na Quinta Conferência Ministerial da OMC em Cancún em setembro de 2.003. A proposta do Fórum é que haja mecanismos de repartição dos lucros e tecnologia com as comunidades locais. Os povos indígenas dão o nome de Biocolonialismo a esta decisão dos governos agir sobre as suas milenares práticas que começaram a atrair a atenção do homem branco. Segundo o Conselho dos povos indígenas a ênfase na “distribuição de benefícios” tem o efeito de promover ao invés de prevenir, a comercialização dos recursos genéticos. Ainda que a distribuição de benefícios ajude mais os povos indígenas que a biopirataria, apresenta iguais e sérios riscos. Segundo este conselho as vozes dos povos indígenas em todo o mundo estão a questionar a engenharia genética, denunciando os atos de biopirataria e reivindicando os direitos a proteger as comunidades e o meio ambiente contra os depredadores da genes. As iniciativas e forma de vida dos povos indígenas continuará demonstrando ser uma alternativa em uma era de globalização que trata de monopolizar e comercializar todos os recursos da vida.
Para
os participantes do Fórum Indígena, o único avanço da COP8 foi manter a
proibição absoluta (estabelecida em 2000) para pesquisas com tecnologias
genéticas de restrição de uso da Tecnologia Terminator
– que diz respeito a plantas que foram geneticamente modificadas para produzir
sementes estéreis na colheita, através de mecanismo molecular induzido.
Desenvolvida pela indústria multinacional de sementes/agroquímicos e o governo
dos Estados Unidos para evitar que agricultores guardem e replantem sementes
colhidas que foram desenvolvidas pelas corporações de biotecnologia e de sementes.
O
Greenpeace avaliou a COP8 como um fracasso. E a falta de avanço, segundo a
organização, compromete seriamente as metas definidas pela própria Convenção de
reduzir a perda de Biodiversidade até 2010. O adiamento da lei sobre Repartição
de Benefícios segundo Paulo Adário, coordenador da campanha Amazônia do
Greenpeace, ganhou-se tempo para que a indústria farmacêutica, especialmente
dos Estados Unidos, etiquetasse e colocasse a biodiversidade em código de
barras.
A
discussão sobre o papel da conferência em identificação de reservas marinhas em
alto-mar não avançou.
Em
resumo, a COP8 como avanço pode comemorar apenas a permanência da proibição do
uso das Tecnologias de Restrição de Uso Genético – GURT’s, ou Terminator.
Este
tema relativo aos Terminator entrou
no tema da convenção este ano. Este e outros temas terem entrado na agenda é
visto como um avanço na luta contra a perda da biodiversidade. Pelo Brasil foi
trazida a iniciativa de mapear as espécies de animais e plantas exóticas
invasoras. Segundo a ONU, tais espécies dão um prejuízo de US$ 1,4 trilhão,
sendo a primeira causa de redução de biodiversidade em ilhas e a segunda nas
demais regiões do mundo. Entre os invasores estão arbustos, aves, peixes,
répteis, e vírus exóticos.
Em
2008, na Alemanha, a COP9 terá como pauta uma gama enorme de pendências, a dois
anos da meta estabelecida para que se reduza a perda da Biodiversidade no
Planeta.
Certa
vez eu escrevi que as ONGs e os Médicos sem Fronteira e os membros do
Greenpeace eram os poetas do Terceiro Milênio. Nada poderá ser narrado se a Terra
estiver ressequida e nua.
Os
povos da floresta parecem ser os únicos que tem noção da importância do precioso vínculo com a Mãe Terra, e eles, até mesmo eles são parte desta
extinção vagarosa e estranha, e o homem branco, globalizado, com um código de
barras na alma talvez não compreenda o que Marcos Terena disse:
–
Posso ser quem você é sem deixar de ser quem sou.
Considerando
a luta em todo o mundo, incansável e sem trégua, o feito de muitos integrantes
que acabam presos em manifestações que buscam alertar os homens. A minha
pequena passagem pela MOP/COP fez com que eu me lembrasse de um poema que fiz
em 1.999 para esta organização, que se denominava, no início – Guerreiros do
Arco-Íris.
GUERREIROS DO ARCO-ÍRIS
Quando
secarem as fontes
E
a terra estiver ressequida e nua
O
mundo se lembrará dos guerreiros do arco-íris
Quando
o verde desaparecer
E
o último pássaro migrar
Em
busca
Da
última folha
Da
última árvore
Da
última floresta
A
humanidade saberá
E
– tarde demais - acordará
Karuguá – em guarani significa
Arco-Íris.
As informações sobre o
Fórum Indígena em Cancun, em 2.003, foram retiradas do livro – Guerra de
Paradigmas – Resistência de Los Pueblos Indígenas a
Tuesday, October 12, 2021
poema
A filha de Leonard Cohen
Se chama Lorca
Bob Dylan emprestou
Um dos nomes de Dylan Thomas
Há um emaranhado
De galhos e flores na criação
Os deuses a chamam: árvore da eternidade
Ela é nutrida
Por palavras de homens e mulheres
Que ousaram emaranhar-se
De um modo atemporal
Para ser poeta em tempos vários
E o - ser poeta - é sempre igual
Bárbara Lia
In Totem-Esplendor
Donizela Editora
Sunday, October 10, 2021
eu poderia escrever um poema agora - Bárbara Lia
Friday, October 01, 2021
Em Marte Sem Passaporte: três gerações em poesia
Thursday, September 09, 2021
L' amour me ravage - Bárbara Lia (Dica de Leitura)
Gracias, Francine.
Monday, July 26, 2021
Entrevista - Paraná Imprensa
Ontem foi dia do escritor e saiu na edição do Paraná Imprensa esta entrevista que concedi para a poeta Isabel Furini. Notícias em tempos pandêmicos. A Poesia segue...
https://www.paranaimprensa.com.br/2021/07/isabel-furini-entrevista-premiada-poeta.html
Saturday, July 17, 2021
04 poemas na Revista Incomunidade - Portugal
Link para meus poemas no site da - Revista Incomunidade.
Grata ao poeta Jorge Vicente pelo espaço.
Monday, July 05, 2021
Um poema para Alejandra Pizarnik
"Ser poeta é ser visitante de um litoral distante até
morrer."
Holldór Laxness
Sonhei
com Alejandra Pizarnik
Ela vestia um pulôver
- Cor crepúsculo fosco
–
Pantalonas da mesma cor
Uma malha branca
Alvíssima
(Contraste perfeito)
Ela veio a mim
Saída de uma névoa
clara
Linda e lenta
Em quase dança
Olhou-me com seus olhos
Grandes, eternos
- Duas amêndoas
orvalhadas -
Meio a um sorriso
delicado
Sussurrou:
“Creo que mi soledad
Debería tener alas”
Com leveza de pássaro
Deu meia volta e saiu
A bruma a engoliu
E ninguém
Nunca mais a viu
Bárbara Lia
La nave va...
Ilya! (Vmesto Pis'ma) - Bárbara Lia
Connor Storrie (Ilya Rozanov). Cenas da série canadense 'Heated Rivalry'. Baseada no livro de Rachel Reed. Direção e Adaptação do ge...
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Amedeo Modigliani Paris e um amor Ode de absinto E dança A voz de Piaf acorda As pedras de um beco: “C'est lui pour moi Moi pour lui...
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Serviço: Lançamento da 2a. Temporada da websérie Pássaros Ruins Data: 11/09/2016 - Domingo Local: Cinemateca de Curiti...
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Javier Beltrán (Federico García Lorca) e Robert Pattinson (Salvador Dalí) em uma cena do filme - Poucas Cinzas - que revi e voltei a sentir...
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Louis Garrel _ Cena de "La Belle Personne" de Christophe Honoré "O poeta escreve sobre oceanos que não conhece...
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F rida inventou um novo verbo para dizer “Eu te amo”: Yo te cielo. Rimbaud queria reinventar o amor: L'amour est à réinventer. Quiç...
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É incrível que elas tenham nascido na mesma data, Clarice em 10 de dezembro de 1920 em Chechelnyk, Ucrânia e Emily Dickin...
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INSÔNIA Este é o século da nossa insônia Mentes plugadas em telas isonômicas Longe dos mitos e da cosmogonia Dopados de “soma” e ...












