Saturday, September 13, 2008
Tarsiwald
Sunday, September 07, 2008
O lobo eterno
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IDADE
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Às vezes,
Os deuses que fodem
Na névoa do teu cérebro
Se vingam.
Outras não.
Por via dessas dúvidas
Etílicas
É preciso tomar cuidado.
Livra-te, portanto,
Do canalha, idiota, torturador
Que, sorridente,
Enche o teu saco
Na mesa ao lado.
..
...
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O INVASOR
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Dizem que não trabalho as vírgulas.
Acusam-me de ignorar as hipérboles.
Riem dos pontos da minha exclamação.
O único Alexandrino que conheço
Era almirante em Botafogo.
Querem um poeta que ponha a rima rica
No fogo.
Não sei ser tão complicado.
Minhas metáforas entendem
Seu próprio significado.
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...
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LIVRO
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Nem sei como me ajeitei
Sem me machucar muito
Na máquina de moer fé.
Acho que fui protegido
Por um livro
Achado no lixo
Chamado Robinson Crusoé.
..
...
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LIBERDADE
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Fure os tímpanos
Corte a língua,
Vaze os olhos com um garfo,
Ponha ácido nas narinas,
Corte as mãos.
Dance na escuridão da cela
Do tamanho do seu caixão.
Então sim, possibilidade.
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FAUSTO WOLFF - O pacto de Wolffenbüttel e a recriação do homem (Bertrand Brasil, 2001) este livro tem na contra-capa uma carta do Manoel de Barros...
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Carta de Manoel de Barros sobre o primeiro livro de poesia - Cem poemas de amor e uma Canção despreocupada.
Campo Grande 5/11/00
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Caro poeta Fausto Wolff,
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Você não tinha nada que pedir desculpas por sua poesia que é poesia que é poesia. O que a gente sente é que você pegou a tarefa de livrar o mundo de suas chagas. Trabalhou e trabalha ainda através de seu verbo sarcástico para atacar as hipocrisias, etc. Por tudo isso o poeta foi abafado. Estava lendo os seus poemas com a Stella e ela comentou: como que um homem tão enorme, tão comunista e tão alcoólatra (como está confessando) pode ter uma alminha de borboleta e de passarinho! Eu respondi: é porque o Fausto brigador abafou o poeta. E porque a liberdade do poeta é terrível carcerária. Só agora deixou escapar por uma fresta a sua alminha de ternuras. Nossos parabéns e nossos beijos.
Stella e Neguinho.
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Última crônica do Fausto Wolff:
http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/09/05/e050910341.html
Friday, September 05, 2008
Música para sair do carro

Inicia hoje o MUSICA PARA SAIR DO CARRO, uma proposta de reflexão sobre o uso irrestrito dos automoveis em Curitiba e a preferência deste modal de transporte sobre todos os demais. Os carros degradam o espaço urbano,destroém o silêncio, poluem o ar puro, agridem e matam irrestritamente. O urbanismo deve levar em consideração as pessoas e não as maquinas. A rua como espaço de convivência, encontro e dialogo acontece pela valorização dos ciclistas e pedestres. Ruas com pessoas, musica, arte e interatividade. Ruas com vida.
Esta atividade faz parte do calendario do
ARTE BICICLETA MOBILIDADE
http://www.artebicicletamobilidade.wordpress.com/
que/ esta reunindo diversos artistas, grupos e pensadores em torno da questão da bicicleta na cidade. O auge do evento acontecera no dia 22 de setembro, DIA MUNDIAL SEM CARRO, com uma conversa com os candidatosa prefeito sobre as bicicletas na cidade e a MARCHA DAS 1000 BIKES, com saida marcada pras 18hs na reitoria da UFPR. Valelembrar que os candidatos estão convidados a comparecer de bicicleta para comprovar a falta de estrutura ciclistica da 'capital ecologica'.
Serviço:
MUSICA PARA SAIR DO CARRO
Local:
Esquina das ruas Augusto Stresser e Barão de Guarauna
Horario:
A partir das 18hs
Monday, September 01, 2008

Passei a vida inteira comendo sonhos
Comendo sonhos como os homens das cavernas comiam carne crua
Passei a vida inteira comendo possibilidades abortadas
Recolhi a flor no ventre escuro do caule
Acendi estrelas com incenso em brasa
Passei uma vida de encantar o tolo e encantar-me pelo nada
Só tua carne me alimenta
Só tua possibilidade é o parto de uma nebulosa de gerânios
Eu, a parteira, recebendo mil flores entre os dedos
Só tu acendes estrelas com teus dedos de carne
Bárbara Lia
...
Saturday, August 30, 2008
Os meninos e eu

eu, pássaros.
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Os meninos folheavam revistas
de garotas nuas;
eu, assistia ao namoro dos sapos.
..
Os meninos iam ao cine;
eu, atravessava a pé
o igarapé.
.
Os meninos desenhavam piratas
tesouros, navios;
eu, a escafandrista solitária.
.
Agora
solidão nos devora
em negros prédios
meio à elite ignara
.
Os meninos vestem
negro/desencanto
seguem com cifras
nas pupilas vítreas
Tão tristes os meninos
reclusos, bebendo
o índice Dow Jones
com café.
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Trocando de amantes
a cada inverno.
A alma pesada os faz andar
em cadência de elefante.
.
Eu,
desenho gravuras
em tons rosa chá
teço minhas roupas
danço minhas músicas
escrevo meus poemas.
.
Não atravesso
o vidro frio do templo
moderno
- shopping center –
.
Não atravesso
a porta de cedro
do antigo templo
.
(enquanto o Vaticano
não doar aos pobres
todo o ouro seu)
.
Vivo nas esferas
desço ao chão
para pisar águas
dos igarapés.
.
Adormeço
no berço-arraia
que me embalazul
no “mar/
belo mar selvagem…”
Bárbara Lia
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o soneto
.
fero e revivo,
.
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duma crisálida
no ar e nas veias,
.
Monday, August 25, 2008
MEIA ELIPSE ENCANTADA
Assai = amanhecer.
Aurora de algodão.
Ecos do tiro de Vargas.
Agosto hostil.
.
Percorro a linha elíptica
Aurora – Poente.
Sonhos & Sons.
Êxtase.
Cimitarras na carne.
Dança em etnas-lençóis.
Olhos plenos de orvalhos.
Agonia.
Paz.
.
Não temo o poente.
É quando a luz se espalha.
A terra se agasalha.
Aceno lenços-poemas
Na despedida.
Um sorriso-açucena.
Visto o luar.
Entro na noite branca
Meio ao aplauso das estrelas.
BÁRBARA LIA
(O sal das rosas
Lumme editor - 2007)
presente de aniversário
Saturday, August 23, 2008
Agosto Feminino V
Agosto Feminino IV
Agosto Feminino II
Rebecca Loise - por Mariana AlvesRebecca Loise:
Aceita estes galhos mortos
..
Aceita estes galhos mortos
colhidos no cimento ácido.
Quiçá as solas dos pés
rachados
ajudam-me a fuga deste monólogo.
Doem em ti as rosas?
Perfuram-te as âncoras
de um amor que manifesta o labirinto?
Os caminhos dançando a valsa.
A cortesia da textura das pétalas
era para servir a tua raiva da entrega:
teu coração em vitrine.
A bailarina de mim te concedendo
a paralisia.
Tu estátua jacente,
revelando o desconhecido do imediato.
Que é preciso o abismo
tu nunca ousaste entender?
Que assim há o casamento
da eternidade com a respiração mortal
tu nunca ousaste sentir?
Se rosas não te enfeitam,
aceita estes galhos mortos
colhidos no cimento ácido.
Dissolverei o labirinto
ao declarar que me encontro perdida.
Não há qualquer rumo
quando se dorme os sentidos,
quando o silêncio de uma protagonista voz
sequer se ouve interpretando o seu papel.
Aceita estes galhos mortos.
Agosto Feminino I
Ah, esses meninos que teimam
Luis Serguilha
IL MIO CIELO!
voi ch' entrate
Dante Alighieri)
Disubbidiente,
vivo i miei purgatori,
con lo zaino della speranza
attacato alla schiena
e torno
com scapole spezzate
e la speranza sgranata
scorrendo
per la sua cerniera lampo
zollette sprecate
di dolcezza.
Sia il mio cielo!
Per la tua bocca
di garofano e petali
è restata uma sola
zolletta di zucchero.
Sia il mio cielo!
Incantami,
come incanti
il colibrì colorato
nella tua veranda bianca.
Sia il mio cielo!
E aprile tue labbra
francescane
perché io adagi
ques' ultima zolletta
come un' ostia
Sia il mio cielo!
Incantatore d’uccelli
di fiumi
e di donne,
Luce agreste ultima
che mi resta.
MEU CÉU!
Desobediente,
vivo meus purgatórios,
com a mochila da esperança
atrelada às costas,
e volto
com as omoplatas fendidas
e a esperança debulhada
escorrendo
pelo seu fecho éclair
torrões desperdiçados
de doçura.
Seja meu céu!
Para tua boca
de cravo e pétalas
restou um único
torrão de açúcar.
Seja meu céu!
Encanta-me,
como encantas
o colibri rajado
na tua varanda branca.
.
Seja meu céu e abra
teus lábios
franciscanos
para que eu deite
este último torrão,
feito hóstia.
.
Seja meu céu!
Encantador
de pássaros,
de rios
e mulheres.
Luz agreste última
que me resta.
..
.
TEU CÉU
.
Que lindo o teu poema, Bárbara Lia…
e com que lirismo cantas a esperança,
abres a alma como uma criança
e com teu encanto eu ganhei meu dia.
.
Essa ânsia de amor no teu caminho,
tuas omoplatas fendidas, tuas penas,
tua canção de cravos e verbenas
nesse céu onde declamas teu carinho.
.
É teu sonho de amante que palpita,
a tua doçura que se escorre e grita
junto ao colibri rajado na varanda branca…
.
Não fosse esse teu céu por testemunha
e os teus versos soltos…, eu supunha
ler um soneto de Florbela Espanca.
Manoel de Andrade
.
Monday, August 18, 2008
Sunday, August 17, 2008
La ragazza del Fante
Nossa "Camilla" está loira por conta da novela atual... Não está loira no filme - Nome Próprio. O filme inspirado na obra de Clarah Averbuck, dirigido por Murilo Salles recebeu o Prêmio de Melhor Filme Brasileiro no Festival de Gramado. O filme ganhou também o prêmio - Melhor Direção de Arte, e Melhor Atriz - Leandra Leal. Não há previsão de quando o filme estará aqui em Curitiba, mas, antevejo um instante digno de Fante, embora filtrado pela lente do cinema moderno. Em poucas cenas que vi, bebi a intensidade de Leandra, e mesmo que o roteiro tenha sido adaptado da obra de Clarah - quem lê seus escritos sabe da sua paixão por Fante - deve ter filtrado a intensidade do amado mais que amado - Fante.
O que acontece com o cinema e as adaptações é que a linguagem é outra e o texto nu e cru que está no livro não pode saltar para a tela (ou pode?). Li nos blogs da Clarah e do Bortolotto (que teve sua peça - Nossa vida não vale um Chevrolet - transformada em filme) um estranhamento, o desejo de dizer que aquele roteiro do filme não é deles, enfim. É um momento crítico, que leva o autor (sua obra, no caso) a ultrapassar a sua própria cena e ingressar em um outro caminho. Mas, é possível entender a angústia dos dois escritores quando tentam dizer que aquele roteiro não é deles, e eu sei que isto é um espanto genuíno, nunca para causar polêmica.
Sobre outras linguagens...
Os curtas que assisti na Biblioteca Pública, no lançamento do livro de Adriano Esturilho - [Cancha 2] cantigas para perverter juvenis - difere - do longa Nome Próprio - foi uma parceria e o autor pareceu feliz, bem feliz com o resultado. Particularmente, eu gostei muito, e depois de ver alguns poetas musicando seus poemas, vi um autor filmando seus contos. Muito interessante e bonito. Adriano é parceiro e diretor em alguns deles, convidou os amigos. Foi uma experiência nova. Um livro que tem um dvd encartado, alguns contos transformados em curta. Adriano Esturilho, Bia Dantas, Bruno de Oliveira, Eduardo Baggio, Fábio Allon, Henrique Faria, Rodrigo Belatto e Sérgio Veloso estão no Projeto. É sempre um adendo, o livro acoplado ao cd, ao dvd. E as leituras dos cineastas de Curitiba, alguns ainda estudantes na Escola de Cinema - Cine TV-Pr, uma escola que o Governo do Estado criou aqui em Curitiba, coordenada pela Ittala Nandi. Os cineastas daqui estão fazendo suas leituras dos textos poéticos e em prosa...
O cineasta Terence Keller está realizando um filme baseado na poesia do meu amigo Rodrigo Madeira - Balada da Cruz Machado - boa notícia!
A poesia do Madeira:
http://baladadacruzmachado.blogspot.com/2008/03/balada-da-cruz-machado.html
Clara Averbuck:
http://adioslounge.blogspot.com/
Mário Bortolotto:
http://atirenodramaturgo.zip.net/
Terence Keller:
http://www.diinamo.blogspot.com/
O longo inverno de Rita
Só louco
Amou como eu amei
Só louco
Quis o bem que eu quis
Ah, insensato coração
Porque me fizeste sofrer
Porque de amor pra entender
É preciso amar, porque
Só louco, louco...
Dorival Caymmi
(1914-2008)
Partiu Caymmi, em sua jangada, saiu pro mar da eternidade e deixou as canções, e que canções!
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Não sei o que acontece aqui que não consigo postar vídeos, mas, tem Nana Caymmi cantando só louco:
http://br.youtube.com/watch?v=RoVg8P9GIyE&eurl=http://letras.kboing.com.br/dorival-caymmi/so-louco/
Friday, August 15, 2008
"Quando os dias e os sonhos mudarem"


..
O seu poema Carteira de Identidade é uma espécie de hino que os palestinos sabem de cor, ele escreveu quando foi interrogado na prisão de San Juan Arca. Mahmoud amou uma judia, e o fragmento da poesia que segue encontrei em espanhol em um site, e traduzi. Quando fiz o curso sobre identidade árabe na UFPR, que era parte do curso de Psicologia, vi dois documentários em torno de Darwich, um que relatava a sua vida, e o outro - escritores sem fronteiras - que gerou um texto - A rosa desmoronada.
Sete espigas nas minhas mãos. E em cada espiga
um campo brota como campo de trigo. Meu pai
puxava a água do poço e dizia-lhe: Não seques. Pegava-me na mão
para que eu visse como eu crescia feito um agrião...
eu andava na beirada do poço: tenho duas luas
uma nas alturas
e outra a nadar na água... tenho duas luas
confiantes, como seus antepassados, no acerto.
Não tome palavras para dizer
...
Sou árabe.
.
Sou árabe.
Thursday, August 14, 2008
Carpe diem

.
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Modigliani
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Fluxo anêmico dos carros
(de luxo)
sol selado
de adesivos Mc Donald’s.
Arabescos eróticos
na fumaça cinza
da panificadora ao lado.
Semente masculina
perfumada
amaciando o tecido
da minha pele.
Água calêndula no ralo
revela
a forma exata
do rosto estrangeiro
e o sexo formigueiro
de prostituta de Veneza.
Espie pela fresta do Zeppelin
dos sonhos...
Meu mundo:
Sem Florais de Bach
Feng Shui
Mantras.
Músculos da alma
– expostos –
Cicatrizes mortas,
lâmina que corta
escaras
revela
o mármore de carrara
- Vivo -
BÁRBARA LIA
(A última chuva - ME - ed. Alternativas -2.007)
Wednesday, August 13, 2008
La nave va...
"Não o convidei ao meu corpo" no Canal Senhora Literatura
"Não o convidei ao meu corpo" no Canal Senhora Literatura da escritora Francine Cruz. https://www.youtube.com/watch? v=IxpCcdUM7...
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Amedeo Modigliani Paris e um amor Ode de absinto E dança A voz de Piaf acorda As pedras de um beco: “C'est lui pour moi Moi pour lui...
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Serviço: Lançamento da 2a. Temporada da websérie Pássaros Ruins Data: 11/09/2016 - Domingo Local: Cinemateca de Curiti...
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Javier Beltrán (Federico García Lorca) e Robert Pattinson (Salvador Dalí) em uma cena do filme - Poucas Cinzas - que revi e voltei a sentir...
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(Leitura poética de “Trato de Levante”) Livre. O poeta é livre. Canta Neruda com amor revolucionário. Depois que tanto...
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Louis Garrel _ Cena de "La Belle Personne" de Christophe Honoré "O poeta escreve sobre oceanos que não conhece...
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F rida inventou um novo verbo para dizer “Eu te amo”: Yo te cielo. Rimbaud queria reinventar o amor: L'amour est à réinventer. Quiç...
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É incrível que elas tenham nascido na mesma data, Clarice em 10 de dezembro de 1920 em Chechelnyk, Ucrânia e Emily Dickin...
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INSÔNIA Este é o século da nossa insônia Mentes plugadas em telas isonômicas Longe dos mitos e da cosmogonia Dopados de “soma” e ...








