Wednesday, October 06, 2010

Quase-Crônica do Adeus

Quando tu te fores -
numa quase-manhã
ou num quase-dia -
sei que apagará o nome da flor,
sei que morrerá a poesia.

Sei que todos os olhos
estarão servidos à mesa
igual uma sopa fria

Marcos Antonio de Oliveira
Recife -PE
Menção Honrosa no Concurso de Poesias Helena Kolody / 2010

La nave va...

Entre a Ternura e a Vertigem o Amor encontra a sua casa. Ou, o Amor em dois tempos.

  Sou Poeta. As “antenas da raça” desabam antes que o raio penetre, pela extremada sensibilidade. Antecipam. Sou dos “antecipados”. Dos que ...