Thursday, September 16, 2010

O ZAL DAS ROSAS

Título de livro é como nome de filho. Uma busca, uma dúvida e lá está - sem chance de retorno. Batizado. O que pensei nesta semana foi em algo inusitado. Uma segunda publicação de - O sal das rosas - ia ter um mudança pequena, uma mínima troca que eu já teria feito, caso tivesse lido há alguns anos o livro que leio agora - O funeral de Chopin, de Benita Eisler, ed. Planeta.
Na página 53 encontro a palavra. Lendo concentrada no ônibus para Paranaguá - terça - onde fui ver os monumentos e museus e bibliotecas para compor enredos e personagens do romance novo. Estava lá a palavra nova - ZAL. Eu mudaria o título de - O sal das rosas - pois cobriria de mistério e música com este adendo.

zal (essa palavra polonesa rica e intraduzível, carregada de todas as nuanças da tristeza, do arrependimento ao luto)

Andava com saudades de Chopin e foi muito especial ler um livro e conhecer sua vida de uma forma mais profunda. George Sand, Delacroix, Litz... E um lugar -Nohant- os amantes sempre tem um lugar, este espaço que se eterniza.