Saturday, July 18, 2009

estante #23


Horário do fim

morre-se nada
quando chega a vez

é só um solavanco
na estrada por onde já não vamos

morre-se tudo
quando não é o justo momento

e não é nunca
esse momento
Fevereiro 1984
MIA COUTO



Pássaros de aço
no firmamento
acordam estrelas
com seu vôo
carente
Bárbara Lia

La nave va...

Matéria na Revista ContemporARTES

O corpo como linguagem: erotismo, memória e imaginação na poesia de Bárbara Lia Lindo texto da Bel Liviski sobre o meu livro de Poesia ...