Saturday, April 29, 2017

Sampa!


Lançamento 
As filhas de Manuela
Bárbara Lia
dia 04/05/2017
19:00 - 23:00 

Patuscada- Livraria & Café
Rua Luis Murat, 40 - Vila Madalena 
São Paulo (SP)




Monday, April 24, 2017

COLEÇÃO FICÇÕES AVULSAS e CANGURU – REVISTA DE LITERATURA E ARTE



COLEÇÃO FICÇÕES AVULSAS

A coleção ficções avulsas se propõe a reunir experiências de escrita do mundo contemporâneo. O gesto será o de colecionar em livro ou publicação de artista, escritas que fazem uso da palavra e/ou da imagem, cujas elaborações são disruptivas, muitas vezes parecendo não pertencer ao campo literário, por ser arte, nem no da arte, por ser literário. O nome da coleção foi trazido de um poema em prosa do livro crostácea (Medusa, 2011), da poeta e artista visual Joana Corona, pois muito nos diz para o sentido desta coleção.

A coleção inicia-se com os livros Chave do verso, de Ades Nascimento, Giramundo, de Caroline Lemes, Maresia, misericórdia, de Gabriele Gomes, Detritos e destroços, de Rafael Walter e Poesia incompleta, de Roosevelt Rocha.


CANGURU – REVISTA DE LITERATURA E ARTE

A Canguru é uma revista de literatura e arte, editada por Eliana Borges e Ricardo Corona, em diálogo com o conselho editorial formado por Douglas Diegues, Laura Erber, Debora Santiago, Reuben da Rocha, Júnior Pimenta, Alexandre Nodari, Henrique Saidel e Juliana Crispe.
A equipe da Canguru tem o objetivo de trabalhar com literatura e arte, a partir de assuntos propostos em cada número, procurando sugerir/estimular os colaboradores da edição. Não se trata de um tema, mas de um assunto que poderá ser desdobrado pelos colaboradores do modo como desejarem. A canguru publicará narrativas, poemas, imagens, ensaios, entrevistas. A cada edição será encartado em sua capa um múltiplo de artista.

A proposta que fizemos para esse primeiro número está relacionada com a “comunidade”. Há muitos textos sobre a “comunidade” na filosofia contemporânea, mas a nossa principal referência é a comunità pensada por Giorgio Agamben. Em A comunidade que vem (Autêntica, 2013 – Trad. Cláudio Oliveira), a comunidade está como algo sempre por vir e que se potencializa justamente porque está sempre chegando. Nos é singular a escolha do filósofo em pensar o assunto “comunidade” com uma série de conceitos, que são inventariados por ele para nos dizer de sua inoperância e, por isso, da sua resistência.

Colaboram nesta primeira edição: Adolfo Montejo Navas (poesia visual), Ana Pato (texto crítico), Antônio Risério (ensaio), Clarissa Comin (narrativa), Cleverson Oliveira (artes visuais), Coletivo S.T.A.R. (artes visuais), Diego Dourado (poesia visual), Fábio Gullo (poesia), Gabriela Noujaim (artes visuais), Gabriele Gomes (poesia e fotografia), Ícaro Lira (artes visuais), Janete Anderman (artes visuais), Jozé Roberto da Silva (artes visuais), Lidia Sanae Ueta (artes visuais), Natalia Barros (poesia), Regina Costacurta (artes visuais), Vanessa C. Rodrigues (narrativa).

A Canguru é uma publicação da Editora Medusa facebook.com/EditoraMedusa
Caixa postal 5013 - CEP 80061-981
Curitiba - PR - Brasil


A Canguru terá distribuição nacional em livrarias em parceria com a Editora Iluminuras Ltda www.iluminuras.com.br

O projeto editorial da Canguru tem apoio da COPEL através de projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura|PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura|Governo do Estado do Paraná.

REVISTA INCOMUNIDADE, Edição 55 - Porto (Portugal)


INCOMUNIDADE traz editorial de Henrique Prior, artigo sobre a obra da pintora portuguesa, MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA [ ilustração de capa], por Henrique Dória. A poesia de Antonio Barreto, de Bárbara Lia. Carlos Barbarito, Carlos Matos Gomes, Cecília Barreira. O artigo de Denise Bottmann sobre o plágio de tradução no Brasil. Eliana Mora. O artigo de Filomena Barata. Gladys Mendía, Isabel Rama, Jesus Bajo, Joaquim Maria Botelho, Jose Gil / Barbara Pollastri. A crônica de Luís Giffoni. Fragmento de DesMemórias, volume 2, de Marcia Denser. A poesia de Maria Toscano. Marinho Lopes, Mell Renault. Mais uma leitura de Moacir Armando Xavier. O artigo de Moises Cardenas sobre a poesia venezuelana. A poesia de Ney Ferraz Paiva e Noélia Ribeiro. O olhar de Caio Junqueira Maciel para a exposição de Wellington Dias [Diaswel Dias] em Portugal / Myrian Naves / Wellington Dias. A crônica de Ricardo Ramos Filho. A poesia de Romério Rômulo, de Ronald Augusto e de Ronald Claver. Rosa Sampaio Torres. Uma pensata zen-boêmia de Silas Correa Leite.

link para esta edição:




Thursday, April 20, 2017

Lançamento do romance "As Filhas de Manuela" em Peabiru

Dia 18 de abril na Casa da Cultura de Peabiru.
O lançamento do meu romance "As Filhas de Manuela" foi um dos momentos mais líricos da minha vida. O Secretário de Cultura Arléto Rocha, Historiador e Poeta preparou uma surpresa poética que fez com que eu tirasse estas fotos que, pelo impacto do momento e pela emoção, algumas ficaram tremidas. Vale pela memória da beleza que é encontrar no lugar onde você sonhou pela primeira vez em ser Escritora, receber tão bela homenagem. 
Arléto montou uma instalação com os artefatos usados no tempo em que eu era menina. Fiz 61 anos em 2016, aos seis anos, início da década de 60 do século XX eu me mudei para Peabiru. Era tempo de poucas casas com luz elétrica, algumas ainda não tinham. Ao menos ali naquela cidade pequena. Televisão começou a aparecer em raríssimas casas e a vida era rústica (e bela). O ferro que a mãe usava o chuveiro de lata e o rádio à pilha. A máquina escrever do pai. Arléto colocou ao lado do título do livro - A Literatura em seu sabor natural. 
A noite foi bela, e seguiu com uma conversa/entrevista relâmpago - que ele fez comigo. Muito especial a homenagem e as flores que recebi da vice-prefeita Maria José como representante da Prefeitura Municipal. Lançar  um romance foi significativo, pois era meu desejo de menina. A Poesia me roubou pra ela, vivemos neste ménage à trois... Eu, a prosa, a poesia, mas era dia da menina publicar uma história. Fica esta memória intocada e rara. 

Instalação com artefatos do tempo em que vivi em Peabiru - no tempo em que eu servia Chá para as Borboletas - Lançamento do livro "As Filhas de Manuela - Organizado pelo Poeta e Historiador Arléto Rocha








eu e minhas irmãs: Terezinha Pepinelli e Léa Aparecida Soares Ferreira

Com minha amiga Toninha Melo

 Roberta Santos (a moça que ama "Constelação de Ossos"




Minha prima Gláucia Patrícia Soares 

 Sueli Rigonato

Maria Isabel Trivilin (Cronista no blog Minha Janela)
e o poeta Cícero Souza


Meus sobrinho Lincoln, a priminha Isadora, os primos Gláucia, Jeane, Agamenon,
minhas manas Terezinha e Léa e meu cunhado José Elber Ferreira


 A vice-prefeita Maria José e Arléto Rocha

Washington Luiz e Arléto Rocha


Gilson Mendes de Góis, Giselta Veiga e Arléto Rocha


                                                                   Maria Isabel Trivilin 




   No jornal Tribuna do Interior de Campo Mourão:

Tuesday, April 11, 2017

eu lutaria por ti...






"Faça de Atena sua deusa e amor'
Péricles


Eu lutaria por ti
como os gregos
pelos mármores
de Elgin 

Atena sorriria
ao ver-me
depositar-te
com cuidado
no teu chão


Eu dançaria
ao ver o centauro
no Parthenon

E as estrelas
- nossas camaradas -
ergueriam um brinde
aos "loucos da imortal
loucura"

Eu lutaria por ti
na primeira linha
da batalha
lágrimas escondidas
pela balaclava

Sim! Eu lutaria por ti
como os gregos
pelos mármores
de Elgin
Bárbara Lia

imagem: museu britânico

Monday, April 03, 2017

Convite - lançamento de "As Filhas de Manuela"



Dia 16, no primeiro espaço poético que frequentei aqui: Feira do Poeta.


As Filhas de Manuela
Bárbara Lia
150 páginas
Capa: Félix Nadar (1820-1910)
Triunfal Gráfica e Editora (SP)



As Filhas de Manuela trafega pelo realismo mágico. É um romance de fôlego, inicia em 1839 em plena Guerra dos Farrapos e segue até os dias atuais. 
O enredo acompanha a vida de todas as descendentes de Manuela, uma garota simples de Paranaguá que, ao encontrar um oficial da Armada Nacional, muda totalmente de direção a sua vida pacata em uma busca e esta busca pelo homem amado a levará ao encontro de alguém cruel. Este homem, rejeitado por Manuela, amaldiçoará Manuela e as futuras gerações. Esta maldição acrescentará dor e perdas e o adendo de levarem, todas as mulheres da estirpe de Manuela, uma sombra da cor do sangue. Como cada mulher viveu esta peculiaridade e os desdobramentos deste encontro de Manuela com o amor e o ódio vai definir os passos futuros em um círculo  de perdas e superações.