Monday, July 11, 2016

Todas as tardes de maio serão tuas




nomear este estio virulento, esta esterilidade abrupta
vai ser sempre estranho como naquelas gravuras
onde uma silhueta vazada permeia a cena
estarás sempre ali como um presságio
ou o tudo que eu não via que eu não vi
e chorar isto vai ser jogar de novo o tempo pelo ralo
então eu calo então eu calo o tempo do estio bravio
os anos sáfaros em que estavas em mim
e - ao mesmo tempo - 
ausente na superfície das coisas pétreas


Bárbara Lia

La nave va...

O Corpo - Poesia - Bárbara Lia

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