Monday, October 25, 2010


O amor dorme na terra nua, às portas das casas, ou nas ruas profundas por debaixo das estrelas do céu, partilhando sempre a pobreza da sua mãe… No espaço de um dia ora se revela vivo e brilhante, ora à beira da morte.

.



O amor é pobre, magro, mal apresentado, sem sapatos, sem domicílio, sem outra cama que a terra, dormindo sob as estrelas, sem cobertores, junto das portas e nas ruas, irremediavelmente miserável, imitando a sua mãe.



.



No mesmo dia, ao mesmo tempo, o amor é florescente, pleno de vida, e tudo o que é grandioso abunda nele, antes de desaparecer e morrer, antes de reviver de novo.

Platão, O Banquete

La nave va...

A MINHA DOR E A DOR DO OUTRO: ESCRITAS DO EU de Andriele Aparecida Heupa e Níncia Cecília Ribas Borges Teixeira - Ellas Mulheres e Literatura

No romance "Não o convidei ao meu corpo", editado pela Kazuá em 2018, eu dialogo com a vida e a obra de Paul Klee, Frida Kahlo e c...