Vivo o encanto de quem esperou uma vida
Por esta plenitude de concha
Quando se abre para uma pérola olhar o mar
- pela vez primeira –
E se deixa lavar de vida e sal.
O corpo como linguagem: erotismo, memória e imaginação na poesia de Bárbara Lia Lindo texto da Bel Liviski sobre o meu livro de Poesia ...