Wednesday, May 18, 2016

breve anotação em tempos de barbárie...


Dizem que a cultura é descartável, que só importa trabalhar e não pensar... Medo que tem este vampiro interino é desta força... Que bela forma de exorcizar esta figura de filme de terror... Estes são

os "vagabundos" que pessoas estão a ofender por aí. Um grão de areia no deserto da beleza - o que os músicos do Rio criaram ontem é só uma mínima mostra de quantos monstros vivos estão neste pais a criar para o palco, para a tela, para o livro, criando as canções da vida. O alicerce da cultura que vai mostrar quem fomos neste tempo... Somos sim, os que criam filmes e vida no palco, os que escrevem o que seus bisnetos vão ler e sentir aquele reconhecimento humano dentro. Que tempo triste este em que os que dão alma e dias na construção de algo intangível são obrigados a ser destratados e seguem a construir, a esculpir e a poetizar este tempo bárbaro, cruel, sem encanto, onde as coisas pequenas e tacanhas dão a ordem: calem-se, vagabundos.
Atrás da sombra dos séculos ofendem cada um que optou por trabalhar o pensamento, retirar da alma os elementos como um alquimista perpetuar o que há de mais humano em nós...


La nave va...

A MINHA DOR E A DOR DO OUTRO: ESCRITAS DO EU de Andriele Aparecida Heupa e Níncia Cecília Ribas Borges Teixeira - Ellas Mulheres e Literatura

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