
Casario e barcos - Di Cavalcanti (1921-1964)
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Eles (os artistas) não amam a vida. Amam a arte como a um mito. E eu amo sobretudo a vida, esta vida que vem como os calores sexuais de baixo para cima.
DI CAVALCANTI
(Carta a Mário de Andrade - 1923)
No romance "Não o convidei ao meu corpo", editado pela Kazuá em 2018, eu dialogo com a vida e a obra de Paul Klee, Frida Kahlo e c...