
Casario e barcos - Di Cavalcanti (1921-1964)
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Eles (os artistas) não amam a vida. Amam a arte como a um mito. E eu amo sobretudo a vida, esta vida que vem como os calores sexuais de baixo para cima.
DI CAVALCANTI
(Carta a Mário de Andrade - 1923)
A fiando as asas Longa a viagem Na bagagem Só o coração Se um dia vieres Deixo teus poemas Ao rés do chão Meu riso gravado Em um di...