Thursday, January 11, 2018

Forasteira - Outubro 2016


A CADELA DE PLATÃO 


Eu sou a cadela de Platão
Só restos do banquete
Só o cheiro do amor
(o osso, o osso, o osso)
Voz de Diotima - eco singelo:
(é belo, é belo, é belo)
Não é belo lamber o chão
Fazer o amor virar lama
(sem cama, sem cama, sem cama)
Alguém arranque este amor até o siso
Nada mais vai brotar nas entranhas
Nas veias, na cava oca do coração
Este que acabei de atirar 
Ao mais amado cão

Bárbara Lia
Forasteira
Vidráguas/2016

La nave va...

A MINHA DOR E A DOR DO OUTRO: ESCRITAS DO EU de Andriele Aparecida Heupa e Níncia Cecília Ribas Borges Teixeira - Ellas Mulheres e Literatura

No romance "Não o convidei ao meu corpo", editado pela Kazuá em 2018, eu dialogo com a vida e a obra de Paul Klee, Frida Kahlo e c...