Wednesday, April 16, 2008

ENTRE TRILHOS E VIADUTOS






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Ontem passei a tarde no Museu Ferroviário. Um relógio marítimo, lanternas de sinalização, bandeiras, maquetes, a maria-fumacinha, tantos artefatos, fotos antigas, painéis. A única placa com nome de cidade é de uma cidade onde minha avó viveu (Jaguariahyva). Tem esta paixão por trens que cresce lentamente e vira amor. Tem esta conexão de trilhos e pontes e memórias. Nesta viagem que começou com uma poesia que falava de trens triturando trilhos e com a ponte belga encantada - novos planos e roteiros, enredos de amores, revoluções, vida vida - invenção e memória.

La nave va...

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No romance "Não o convidei ao meu corpo", editado pela Kazuá em 2018, eu dialogo com a vida e a obra de Paul Klee, Frida Kahlo e c...