Monday, November 01, 2010

Nove vozes e uma "constelação"




"Que bela literatura o constelação de ossos! Que venha mais escritas assim!"

"Um texto escrito realmente com o apuro e carinho estético que a poesia merece"
Ana Cristina Gonzales - Poa

 
"Tua prosa poética é deliciosa, delicada, intensa, primorosa, amiga Bárbara! Mas... de onde vem tanta tristeza?"
Ana Luisa Kaminski - Floripa
http://ancoraseasas.blogspot.com/


"lindo amiga, Axé!!!"
Ia Santanché (Salvador)

"Foi um daqueles em que termino sorrindo (por ter lido uma história boa, riso de saudade de personagem). Não gosto de comparações, mas em certos momentos "Constelação" me levou aos livros de Nélida Piñon. Não que sua escrita seja parecida com a dela, muito menos o enredo ou os personagens, mas o modo como trabalha a linguagem. Achei belíssimo."
Leonardo Fernandes Paiva - Pedralva - MG


"Que livro bonito!
Que bonito!
tuas histórias (essa e a do Solidão Calcinada) são de uma sagacidade tocante.
Coisa fina!
Muito obrigada!"
Samantha Abreu - Londrina


Teu livro chegou ontem pela manhã. Li de um galope só. Excelente! Belíssima história. Parabéns!
Cláudio B. Carlos - Santa Cruz do Sul - RS



"Nossa, Bárbara, eu adorei teu livro. Você fez algumas alterações, não é? O final está diferente. Enfim, eu o tinha lido no computador aquela vez, não tinha percebido o quanto é legal. Lendo assim, impresso, achei muito bom. Você está escrevendo muito bem. Você sabe que eu leio bastante, e sei o que estou dizendo. Você deve saber que eu não sou de ficar fazendo falsos elogios. Você tem publicado e ganhado prêmios, e sabe que teus escritos têm muito valor. Mas não abro mão de dar minha opinião sincera: teu livro me comoveu e me prendeu do começo ao fim, tua Lyn é uma criatura fascinante."
Luciane Heleno - Curitiba


"Amei, amei.................parabéns, Bárbara Lia, bicho do PR!!!!!!!...:))"


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Algumas considerações dos leitores sobre meu novo livro _ Constelação de Ossos _  o depoimento da Luciane Heleno surpreendeu, por ser a pessoa que revisou o livro. As pessoas dizem que o futuro é a publicação na Internet. Mas, é certo que a palavra impressa, que um livro nas mãos abre portas mágicas. Que a concentrada leitura é um rito, este sagrado rito, pórtico para um outro lugar. Recebo críticas por não enviar livros aos críticos. Por não procurar um grande editor, mas, o escritor só existe através dos olhos e alma de quem palmilha as páginas. Já é desgastante demais ser escritor neste País, então, eu quero mesmo esta partilha sublime, quiçá eu me esforce em ser uma escritora - normal - eu que sou poeta, poeta apenas.