Sunday, September 30, 2012

Curitiba revisitada II


Eu tenho um sonho e cada dia que passa ele se incorpora ao real.
Mudei-me para a "Casa de Marte" - casa da cor da superfície do planeta Marte. Agora eu abraço a Curitiba perdida. Aprendo a sublimar e lavar o que há de radical em mim. Duas ou três criaturas que falam em nome de um lugar - não são um lugar. O lugar é o mesmo que acolheu esta mulher, seus filhos, seus sonhos. Volto ao útero verde a ao vento precioso das manhãs que só Curitiba tem. Mudar é sempre bom. No meu caso foi curativo. Agora eu acho graça das artimanhas dos pequenos de alma. Reviso um livro, penso no próximo passo. A Poesia retorna como uma maré cálida a meus pés. Este é o cenário curitibano onde agora trafego, ao lado da Arthur Bernardes, o verde, os corredores nas manhãs. Caminhar quadras e quadras para ir ao Supermercado, respirar o verde. Ver as flores que anunciam a primavera do recomeço. Isto não tem preço.

La nave va...

A MINHA DOR E A DOR DO OUTRO: ESCRITAS DO EU de Andriele Aparecida Heupa e Níncia Cecília Ribas Borges Teixeira - Ellas Mulheres e Literatura

No romance "Não o convidei ao meu corpo", editado pela Kazuá em 2018, eu dialogo com a vida e a obra de Paul Klee, Frida Kahlo e c...