A chuva baila cinza na vidraça
que abre a cidade
e as cicatrizes de concreto.
No mundo não há quem leve,
como eu,
este solar crepitar na alma.
Bárbara Lia
A última chuva / ME-2007
140 anos da morte da poeta Emily Dickinson e acabo de criar uma versão ampliada no formato e-book de um dos diálogos maia longos da minha ...