Tuesday, May 22, 2007

A ÚLTIMA CHUVA

A criação do mural poético Mulheres Emergentes (o ME) no ano de 1989, em Belo Horizonte - MG, marcou um território até então inexistente. Um espaço pioneiro onde autoras podiam ser publicadas sem outra condição a não ser a qualidade literária. Lugar de encontro, diálogo, em que as escritoras ousam dizer e se mostrar sem receios. E num constante garimpo de novas vozes, logo depois se achegaram os homens! Aqueles que cantam as mulheres e até buscam mostrar seu lado feminino, para melhor louva-las e conviver!
Artistas plásticos, também atraídos pela aura de beleza, estão sempre presentes.
Assim caminha o ME, seguindo caminhos internacionais, cavando, sem medir esforços suas trilhas inusitadas, movido pela paixão e levando a todos a Poesia e Arte, com alegria.
E o sucesso se faz presente, coroando a luta que representa a base de sua existência nestes dezoito anos. Para comemorar tantas vitórias, ‘nesta data querida’ apresento a coleção ME 18, integrada por dezoito poetas, com livros individuais, que fazem parte dessa história. Um brinde à maioridade.
(Tânia Diniz – idealizadora e editora ME)
...
O texto acima está na quarta capa do meu livro - A última chuva - conta sobre o projeto da Tânia Diniz. Ela me convidou, aceitei o convite. O Rodrigo Madeira e o Márcio Claudino sugeriram uma comemoração pelo lançamento do primeiro livro deles, fiquei feliz quando me convidaram para uma festa, a festa é hoje no Wonka.