Thursday, September 01, 2011

a flor dentro da árvore

“Doce como o massacre de sóis”


Oito canhões na praça de guerra
Apontam para o peixe
Que traz a paz nas guelras

Quatro gaivotas suicidas
Lambem o babado azulado
Do triste mar-flamenco

Lembro um filme de Babenco:

Ana e o vôo
Mariposas no quarto lúgubre
Suas mãos em concha
A esmagar a eternidade insalubre

Bárbara Lia
A flor dentro da árvore
Edição independente

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